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partir daí deve-se pressionar vigorosamente, pressionando o esterno e comprimindo o coração de encontro à coluna vertebral. Em seguida, descomprima. Repetições: quantas forem necessárias até a recuperação dos batimentos.

 

É recomendável a média de 60 compressões por minuto. Não pare até obter uma reacção positiva da vítima ou até chegar apoio médico.

 

Paragem respiratória
Sinais e sintomas: Se o peito da vítima não se elevar, se os lábios ficarem descorados ou azulados, certamente está perante uma paragem respiratória. Como agir É uma situação que requer acção imediata. Deite a vítima no chão e ajoelhe-se ao lado da cabeça-tronco.

 

Alivie-lhe a roupa, desobstrua as vias respiratórias (levante a língua), coloque uma mão sob o pescoço, inclinando a cabeça da vítima para trás a fim de abrir as vias respiratórias. Faça respiração boca-a-boca colocando a sua boca sobre a boca da vítima e expire/sopre de uma só vez todo o ar dos seus pulmões, de forma lenta e continuada.

 

Ao mesmo tempo, com o indicador e o polegar, aperte as narinas da vítima para evitar que o ar insuflado saia por ali. O peito da vítima elevar-se-á e seguir-se-á uma expiração involuntária. Repita o processo a intervalos regulares, 12 a 15 vezes.

 

Pode alternar as manobras de boca-a-boca com a compressão do esterno, a fim de efectuar em conjunto uma massagem cardíaca. Esta operação de suporte de vida é absolutamente fundamental e só deverá ser abandonada quando chegarem os profissionais que assumirão a situação, eventualmente passando à desfibrilhação por choque eléctrico.

 

Desmaios e tonturas
Depois de saber como agir, certamente estará preparada para enfrentar com a serenidade e presença de espírito necessárias as situações mais complicadas. Naturalmente que poderá ter que enfrentar outras menos perigosas, como seja um desmaio, uma tontura ou um ataque de pânico.Vejamos o que fazer perante uma eventualidade dessas.

 

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