Ataque de pânico
Esta situação apresenta sintomas próximos do estado de choque: pele fria, sudorese, palidez, respiração curta e rápida, vertigens, enjoos ou vómitos. O que fazer? Avalie o estado da vítima e não descure pormenores. As pessoas que sofrem de ataques de pânico sentem-se mesmo mal!
Deite a vítima no chão em posição semi-lateral com uma perna flectida. Tape-a. Abra uma janela ou forneça ventilação com um leque ou uma ventoinha. Pode dar líquidos, como seja café, chá ou água. Acalme-a com palavras de conforto e pergunte se quer que se chame algum familiar para a acompanhar.
À medida que a vítima se sentir mais confortável e segura, o mal-estar vai diminuindo de intensidade e acabará por normalizar. Se, em vez de acalmar, a vítima continuar a apresentar sintomas em crescendo, chame o 112 e considere a necessidade de praticar algum dos já aludidos procedimentos de emergência.
Desmaio
Com uma sintomatologia próxima do ataque de pânico mas associada a um parcial ou total desfalecimento - perda de forças ou de equilíbrio. A vítima pode não responder às suas perguntas, a respiração está fraca e o pulso quase imperceptível. O que fazer? Deite a vítima no chão, na posição lateral de segurança com já indicámos no caso de ataque de pânico, com as pernas elevadas. Realize uma leve pressão sobre a nuca e fale com a vítima.
Também a pode sentar e baixar-lhe a cabeça. Não dê líquidos pois pode sufocar a vítima. Só depois de ter a certeza que ela já recuperou o conhecimento e for capaz de segurar o copo sozinha é que pode dar água com açúcar, ou outro líquido açucarado. Estas serão as emergências mais comuns, mas não está livre de ter que assistir a um parto prematuro de uma cliente ou a algo completamente inusitado!
Como não podemos estar preparadas para tudo, pois os imprevistos são parte natural das nossas vivências, o melhor é praticar a calma, a ponderação e a serenidade, pois assim estará apta a enfrentar as piores situações!
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